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Órgão americano impacta ao afirmar que pessoas infectadas pelo coronavírus não ficam imunes por 3 meses

Estados Unidos figuram como o principal epicentro de casos da Covid-19 em escala global.

OMS - Divulgação

Uma pessoa infectada pelo coronavírus não tem uma garantia de uma imunidade por três meses. A afirmação foi dada pelo CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças) dos Estados Unidos, na última sexta-feira (14).

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Em nota oficial, o órgão esclareceu que diferentemente do que foi interpretado após a publicação de um guia no dia 3 de agosto, pacientes que tiveram Covid-19 não estão imunes nos 90 dias sequentes à infecção. 

A suposta imunidade interpretada por alguns veículos, acabou sendo rechaçada pelo órgão, que ainda não consegue cravar se o organismo humano estaria ou não protegido de uma nova infecção do coronavírus, com a ação dos anticorpos.

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“O guia apenas sugere que não é necessário fazer o teste para Covid-19 em uma pessoa nos três meses seguintes à infecção, a menos que ela apresente os sintomas da doença e esses sintomas não possam ser associados a nenhuma outra moléstia”, disse o órgão no comunicado.

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Por se tratar de um vírus desconhecido, muitos estudos ainda estão sendo realizados para saber pontos importantes do Sars-Cov2, que ajudarão no desenvolvimento de uma vacina mais eficaz e de campanhas de prevenção.

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Números da pandemia no Brasil 

De acordo com o consórcio de imprensa, o país sul-americano registrou nas últimas 24 horas, mais 582 novas mortes pela Covid-19. Com isso, o número de óbitos alcança a marca de 107.879 vítimas, enquanto o índice de infectados já está em 3,3 milhões, sendo que pouco mais de 2 milhões estão recuperados.

Em escala mundial, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos em número de mortes e infectados. São Paulo, Bahia e Ceará figuram como os principais epicentros nacionais. 

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