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Auxílio Emergencial prorrogado? Governo toma decisão importante para custear programas de ajuda

Quinta e última parcela do Auxílio Emergencial começa a ser paga na próxima semana; cenário de nova prorrogação se torna cada vez mais possível.

Reprodução: Facebook Jair Bolsonaro / Caixa

Milhares de brasileiros vivem a expectativa do Auxílio Emergencial ser prorrogado mais uma vez, tendo em vista que o cenário de crise instaurado por conta da pandemia do coronavírus, parece longe do fim. Nos bastidores, o governo federal discute a possibilidade de uma nova extensão do benefício, que segue com seu futuro incerto.

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Na última quinta-feira (13), um anúncio feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) encheu os brasileiros de esperança acerca de uma possível prorrogação do programa. Isto porque, o banco informou que aprovou um empréstimo de US$ 1 bilhão ao governo federal que será destinado a apoiar programas voltados para a ajudar a população mais carente e trabalhadores.

Ao que tudo indica, o montante será utilizado para custear o Auxílio Emergencial, Bolsa Família e o programa de manutenção de empregos. Segundo o BID, o valor será suficiente para auxiliar 475 mil famílias anualmente através do Bolsa Família e 1 milhão de pessoas por trimestre no Auxílio Emergencial. Estes dois programas receberão cerca de US$ 600 milhões.

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“O intuito é unir forças para que o Brasil responda à covid-19 de forma eficaz, mitigando os efeitos negativos da pandemia”, disse o BID em nota.

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O empréstimo tem um prazo para amortização de 25 anos, com cinco anos e meio de carência. A taxa de juros do acordo se baseia na London Interbank Offered Rate (Libor), cuja taxa varia diariamente.

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Auxílio Emergencial

Na próxima semana, o governo federal iniciará o pagamento da quinta parcela do Auxílio para os beneficiários do programa Bolsa Família. Esta será a última parcela prevista no ato da última prorrogação. A equipe de Economia, nos bastidores, busca alternativas para estender o programa, mas com valores inferiores. A decisão, no entanto, precisará do aval do Congresso.

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