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Covid-19: primeira vacina registrada já tem data para ser produzida no Brasil e enche população de esperança

Anúncio do presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta terça que vacina contra Covid-19 foi aprovada.

REUTERS/Dado Ruvic - Jovem Pan

Nesta terça-feira (11), a Rússia surpreendeu ao mundo ao anunciar que sua vacina contra a Covid-19 foi aprovada e registrada. O modelo do imunizante, que será comercializado no mercado internacional com o nome de Sputnik 5, fazendo menção ao primeiro satélite lançado ao espaço na história, também será produzido no Brasil.

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De acordo com o chefe do fundo soberano da Rússia, Kirill Dmitriev, o imunizante já tem data para ser fabricado no Brasil e outros países da América Latina: o mês de novembro. Para isso, basta obter a aprovação regulatória.

Segundo Dmitriev, a Rússia já recebeu pedidos de cerca de 20 países por 1 bilhão de doses da sua vacina, desenvolvida em tempo recorde. Foi apenas dois meses de testagem em humanos, e o imunizante apresentou todos os resultados suficientes para comprovar a sua eficácia. 

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Todo esse processo de rapidez no desenvolvimento do imunizante deixou alguns cientistas internacionais preocupados se o país está colocando um prestígio nacional à frente de um estudo sólido e seguro. 

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De acordo com Dmitriev, o imunizante desenvolvido se mostrou amplamente seguro e não foram observados efeitos colaterais.

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Números elevados

O Brasil figura como um dos países mais afetados pela pandemia do coronavírus no mundo. De acordo com o último balanço divulgado, o país computava mais de 101 mil mortes e 3,05 milhões de casos de infectados da Covid-19 – destes, mais de 2 milhões já se recuperaram da doença.

São Paulo aparece como estado com índices mais expressivos, seguido de Bahia e Ceará.

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