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Após segunda morte por peste bubônica, China decide isolar aldeia e autoridades temem nova epidemia

Um homem faleceu no último domingo (2), na Mongólia, uma região autônoma da China

UOL

Mais uma vítima de peste bubônica veio à óbito no último domingo (2), na Mongólia. O primeiro caso da doença ocorreu no último mês de julho, na cidade de Bayannur. Autoridades resolveram isolar o vilarejo onde o homem morava a fim de evitar a propagação da doença e alertaram para o risco de uma nova epidemia.

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Na última quinta-feira (6), a morte do homem e a confirmação sobre sua causa foram divulgadas pelas autoridades da cidade de Baotou. A Comissão Municipal de Saúde de Baotou revelou que a vítima apresentou falência do sistema circulatório. As circunstâncias da contaminação não foram divulgadas pelo sistema de saúde.

Temendo a propagação da doença, autoridades do vilarejo de Suji Xincun ordenaram que o local fosse desinfectado diariamente. Até o momento, nenhum outro morador apresentou sintomas ou testou positivo para a doença.

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As autoridades locais fizeram um alerta para o risco de “uma nova epidemia de peste humana se espalhar na cidade”, tendo em vista que o mundo já enfrenta a pandemia do novo coronavírus, que tem feito milhares de vítimas. O governo orientou as pessoas a procurem um médico imediatamente ao sentirem sintomas como febre e tosse, comuns à Peste Bubônica.

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Cabe ressaltar que a pandemia causada pela Covid-19 foi descoberta em dezembro do ano passado, após casos registrados na China. Até o momento, nenhuma vacina contra o vírus foi aprovada, apesar de testes estarem em fase avançada em vários países.
Especialistas estimam que a vacina contra o coronavírus entrará para a história sendo uma das mais rápidas a serem criadas no mundo.

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