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Brasil pagará quantia assustadora para ter acesso à vacina de Oxford contra a Covid-19

País sul-americano é o segundo mais afetado pela pandemia do coronavírus em escala global.

REUTERS/Dado Ruvic - Jovem Pan

O Brasil figura como um dos países mais afetados pela pandemia do coronavírus, e por isso aguarda ansiosamente para que a vacina contra a Covid-19 seja o mais rápido liberada para aplicação na população nacional.

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Na última quinta-feira (06), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), editou uma medida provisória (MP) que libera cerca de R$ 2 bilhões em crédito extraordinário para produção e disponibilização de 100 milhões de doses do imunizante desenvolvido pelo laboratório AstraZeneca, que tem parceria com a Universidade Oxford, do Reino Unido. Deste montante, R$ 1,3 bilhão será voltada apenas para os pagamentos à AstraZeneca. 

A vacina britânica, que inclusive está sendo testada em solo brasileiro, já se encontra em sua terceira fase de testes, e será produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a partir de dezembro.

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“O governo federal reforça mais uma vez o seu compromisso em salvar vidas. Com essa medida provisória, estamos garantindo a aplicação de recursos em uma vacina que tem se mostrado a mais promissora do mundo”, disse o ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuelo.

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Estudos

A vacina da AstraZeneca está sendo aplicada em voluntários nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e na Bahia. Para garantir a prioridade de acesso ao imunizante, o governo federal assumiu parte dos riscos tecnológicos, permitindo com que a fórmula da vacina seja produzida em solo nacional.

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Além do Brasil, a AstraZeneca já assinou contratos similares com outros países, como EUA, Inglaterra e Coreia do Sul, e nesta quinta-feira chegou a um acordo com a chinesa Shenzhen Kangtai Biological Products com o intuito de fabricar 100 milhões de doses do imunizante até dezembro.

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