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Grupo de Evangélicos causa polêmica ao se fingir de polícia; motivo é curioso

Assunto tem rendido bastante polêmica na capital federal entre autoridades e a própria igreja evangélica.

Reprodução - Facebook

Idealizador de vários projetos voltados para o setor mais carente de Ceilândia, no Distrito Federal, o pastor Gilmar Bezerra se colocou em meio a uma polêmica após criar o “Patrulha da Paz”. 

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O projeto em si, consiste em uma organização missionária que utiliza a aparatos bem semelhantes com os utilizados pelas forças policiais. No entanto, tem o objetivo de abordar pessoas em situação de rua na capital federal.

O modelo do Patrulha da Paz acabou chamando atenção da própria comunidade evangélica e de autoridades. A legitimidade da ação social acabou sendo bastante contestada, com o caso sendo levado para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa e para o Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal.

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Palavra do organizador

Em entrevista ao portal Metrópoles, o pastor Gilmar Bezerra disse que o método utilizado é uma alternativa de despertar pessoas vulneráveis para atentarem para a seriedade do Patrulha da Paz.

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“Quando nos apresentamos, já fica demonstrado que temos uma organização, que temos responsabilidade com esse trabalho”, afirmou o pastor Gilmar.

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As operações

Nas abordagens realizadas nas ruas, é impossível não notar as semelhanças de toda a paramentação do grupo em relação à polícia. Até “viaturas” caracterizadas são utilizadas, trazendo o nome do projeto e contando com as tradicionais rotolights. 

“Nós temos apenas um comandante: é Deus”, enfatizou o pastor. 

Segundo Gilmar, a ação social conta, no momento, com 40 voluntários, e brevemente deve buscar ajuda financeira para o governo local e deputados para fortalecer o projeto. Apesar de toda a polêmica, o pastor reitera que nunca esteve fora da lei no comando do Patrulha da Paz.

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