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Após possível data para vacina contra Covid-19 ser divulgada, especialistas falam sobre desafios futuros

Em reportagem inédita do Domingo Espetacular, especialistas dão a estimativa para a aprovação da vacina.

UOL / Divulgação

Até o momento, a pandemia causada pelo coronavírus já contabiliza mais de 680.000 mil mortes por todo o mundo. Cientistas se organizam para buscar uma vacina que possa ser eficaz contra o vírus e inúmeros países já possuem vacinas em fases avançadas de testes.

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De acordo com programa Domingo Espetacular do último domingo (2), já é possível estipular uma possível data para que a vacina contra a Covid-19 seja disponibilizada. Desde que a pandemia teve início, cientistas de todo mundo seguem trabalhando incessantemente na produção de uma vacina que possa gerar imunidade contra o novo coronavírus.

Especialistas garantem que a vacina contra a Covid-19 será produzida em tempo recorde. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), até o momento, existem cerca de 163 projetos em desenvolvimento. O governo da Rússia afirmou que, no início deste mês de agosto, já terá uma vacina aprovada para produção; e espera distribuir cerca de 200 milhões de doses até o fim deste ano.

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Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, os testes da vacina contra o novo coronavírus no Brasil também estão em fase avançada de produção e possuem excelentes perspectivas. Na China, a produção da vacina está em fase final de andamento e, comprovada a sua eficácia, as doses poderão chegar ao Brasil ainda este ano.

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Especialistas chamam a atenção para as dificuldades a serem enfrentadas, mesmo após aprovação de uma vacina. As dificuldades relacionam-se com a produção, pois as doses deverão ser produzidas em larga escala. Os insumos necessários também poderão faltar em alguns países, principalmente aqueles que dependem do mercado chinês.

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Outro problema que pode ser enfrentado é a ordem de imunização, o acesso igualitário às doses deverá ser respeitado. O professor do Instituto de Química Unicamp, Luiz Carlos Dias, afirma que o Brasil terá a vacina até a segunda metade de 2021 e que, até lá, a população deve seguir com as recomendações dos especialistas acerca do isolamento social.

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