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OMS fala sobre dificuldades enfrentadas por causa da pandemia e faz alerta ao Brasil sobre grande batalha

O chefe da Organização Mundial de Saúde também falou sobre a alta taxa de transmissão do país.

G1

A OMS, Organização Mundial de Saúde, fez um alerta importante ao mundo nesta segunda-feira, 3 de agosto. A notícia não foi muito animadora, já que reduz a expectativa da população pelo fim da pandemia do novo coronavírus.

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Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, apesar do mundo voltar suas esperanças em uma vacina contra a Covid, é possível que nunca exista uma “bala de prata” para voltar à normalidade. “Muitas vacinas estão na terceira fase de testes clínicos e todos esperamos que haja várias vacinas eficientes que possam ajudar a prevenir que pessoas sejam infectadas. No entanto, não existe bala de prata no momento — e pode ser que nunca exista”, afirmou o diretor.

O chefe da Organização Mundial de Saúde disse que, apesar do coronavírus ser a maior emergência sanitária do mundo desde o início do século XXI, a procura internacional por uma vacina também tem sido algo histórico. Existem diversas sendo testadas pelos especialistas e algumas já estão na etapa final de testes. Portanto, ele ressalta a rapidez com que foi possível chegar a esse estágio.

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Contudo, existe a preocupação de que nunca haja uma vacina que seja capaz de proporcionar uma proteção duradoura, somente será possível encontrar a resposta, após terminado os testes clínicos. Mais de 18 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus no mundo e quase 700 mil perderam a vida. Países que imaginavam ter superado a doença estão vivendo novos surtos.

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O diretor da OMS e o chefe de emergências da entidade, Mike Ryan, insistem que a população deve tomar, de forma rigorosa, todas as medidas para evitar a proliferação desenfreada do vírus, como o uso de máscara, higienização das mãos, distanciamento social e os testes para detectar a doença. O importante é que a população continue mantendo todas as medidas de prevenção.

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Ryan também ressaltou a questão dos países com alto índice de transmissão e falou que eles precisam estar preparados para um grande batalha, sendo de extrema importância o comprometimento da população.

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