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Anvisa dá ótima notícia sobre liberação de vacina contra a Covid-19

Coronavírus já vitimou mais de 80 mil pessoas no Brasil e índices de novos infectados segue alto.

REUTERS/Dado Ruvic - Jovem Pan

Enquanto a pandemia do coronavírus segue assolando a população mundial em larga escala, cientistas e pesquisadores estão mergulhados em estudos para o desenvolvimento mais rápido e eficaz de uma vacina contra a Covid-19. No Brasil, três imunizantes já receberam a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a realização de testes.

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Além da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e do imunizante do laboratório Sinovac, da China, nesta semana a Anvisa liberou os estudos das empresas BioNTech e Pfizer. Apesar do cenário animador na realização dos testes iniciais, as vacinas só serão realmente distribuídas para a população em geral, quando houver a comprovação científica da sua eficácia no combate ao coronavírus.

Para conseguir a sonhada homologação, os laboratórios terão que passar em todas as fases de testes clínicos com voluntários, e apresentar os resultados alcançados à Anvisa, que por sua vez, fará a liberação ou não do imunizante.

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Boa notícia

Em entrevista ao portal Metrópoles, Gustavo Mendes, gerente geral de medicamentos da Anvisa, afirmou que após os estudos serem finalizados e toda a documentação conclusiva for positiva, a Agência deve se pronunciar sobre a liberação em um prazo de apenas 30 dias. Com isso, ele se mostra confiante que os primeiros lotes das vacinas sejam aplicados ainda neste ano. 

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“Pela lei, a gente tem um ano para dar o registro. Mas nós tivemos uma redução bem significativa de tempo com a resolução RDC Nº 348 (de 17 de março de 2020). Ela diz que o registro de medicamentos pode ser feito em até 30 dias”, disse Gustavo Mendes.

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A fase de testes dos imunizantes deve abranger cerca de 15 mil brasileiros nos próximos meses.

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