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Mandetta lamenta 80 mil mortes por Covid-19, mas acaba criticado de todas as formas

Ex-ministro da Saúde, exonerado em abril, Mandetta lamentou as vidas perdias em decorrência da Covid-19.

Fabio Pozzebom / Agência Brasil

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta usou o Twitter para lamentar a marca de 80 mil mortes em decorrência da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. No post, o ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) prestou solidariedade às famílias das pessoas que morreram.

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“80000 vidas perdidas. Solidariedade às famílias. Ainda sem testes confiáveis. Ainda sem medicamentos confiáveis. Ainda sem vacinas confiáveis. A alternativa correta é previnir e respeitar o tempo da ciência. Se puder, fique em casa”, afirmou o médico ortopedista.

Mandetta foi ministro da Saúde do governo de Bolsonaro entre janeiro de 2019 e abril deste ano. Em plena pandemia, Mandetta foi exonerado do cargo, após desavenças com o presidente. Os dois não se entendiam em relação aos medicamentos para a Covid-19 e ao isolamento social. Mandetta foi substituído por Nelson Teich, que ficou um mês no cargo. Atualmente, Eduardo Pazzuelo ocupa o cargo de ministro interino.

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Mandetta é criticado após post sobre mortes por Covid-19

Os apoiadores de Jair Bolsonaro têm muita força nas redes sociais e Mandetta foi criticado após lamentar as mortes. “Mais de 1 milhão e trezentos mil recuperados… E se não fosse você, esse número seria ainda maior. Você é caroneiro do vírus chinês, para aparecer precisa apelar para isso, arrastar corpos. Caso contrário, é esquecido”, afirmou uma internauta.

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“Conta pra nós, Mandetta, como é dormir com essa culpa?”, perguntou outtra internauta. “Você é diretamente responsável por essas mortes, se não tivesse feito lobe eleitoral teria salvo a maioria delas. Fique em casa, não tome cloroquina. A sua consciência vai ser cobrada pelo divino. Aqui se faz aqui se paga”, disparou mais um.

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Mandetta também foi elogiado. “Infelizmente, vamos passar de 100 mil como o senhor previu. Como estão fazendo falta aquelas coletivas no final da tarde, onde eram expostos os riscos, a prevenção e isso nos transmitia a segurança que precisávamos para enfrentar essa pandemia”, comentou uma apoiadora do ex-ministro.

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Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista formado desde 2015. Jornalista por vocação desde que nasceu. Redator da i7 Network. Aqui escrevo sobre política, futebol, TV & famosos e qualquer outro assunto que esteja repercutindo no Brasil e no mundo.
Entre em contato comigo pelo @DiogoMarcondes no Twitter!