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Pesquisa aponta 4 fatores que aumentam risco de morte por Covid-19 e liga alerta na população

Covid-19 já vitimou mais de 70 mil pessoas em solo nacional e segue com alto nível de novos infectados.

Divulgação

A pandemia do coronavírus segue assolando muitos países pelo mundo, registrando números elevados de novos infectados e óbitos diariamente. Neste cenário de caos da saúde mundial, pesquisadores da London School of Hygiene and Tropical Medicine e da Universidade de Oxford realizaram um estudo para descobrir quais pessoas estariam submetidas a um risco maior de morte em decorrência da doença.

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Segundo o levantamento, o maior já feito até o momento sobre o assunto, ser homem, ser negro ou pertencer a uma minoria étnica, ter problemas de saúde como diabetes, obesidade, asma grave ou ser idoso estão entre os principais fatores de risco de morte pelo coronavírus. O estudo analisou dados de 17,2 milhões de pessoas, destas quase 11 morreram de Covid-19 ou complicações semelhantes.

No levantamento, os pesquisadores concluíram que pessoas com mais de 80 anos possuem chances exponenciais a mais de morrer pela Covid-19, se comparado com pessoas que tem menos de 40 anos. Na Inglaterra, mais de 90% das mortes ocorreram em pessoas com idade superior aos 60 anos. 

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No comparativo com as mulheres, os homens possuem uma maior vulnerabilidade no combate ao vírus. Os problemas de obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares também elevam os riscos.

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Por fim, o estudo dos britânicos também identificou que pessoas negras, do sul da Ásia, ou de minorais étnicas possuem maiores riscos. O motivo explicado é que estes teriam uma maior prevalência de doenças cardiovasculares ou diabetes.

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Números no Brasil

Registrando números elevados diariamente, a pandemia do novo coronavírus segue assolando o país sul-americano. São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro estão entre os estados mais atingidos.

De acordo com o último boletim divulgado, o número de óbitos já havia ultrapassado a marca de 71 mil, enquanto o índice de infectados, ao que tudo indica, deve chegar aos 2 milhões na próxima semana. Deste quantitativo, mais de 1 milhão de pessoas já se recuperaram da doença.

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