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Caso Miguel: família do menino que caiu do prédio toma difícil atitude em meio a dor

A família do menino Miguel convocou as pessoas para um protesto pacífico para chamar atenção do MP.

G1 / Montagem Fernando Borges

A morte do menino Miguel ainda deixa muitas perguntas e revolta. A família do garoto, que caiu do nono andar de um prédio na cidade do Recife, no estado de Pernambuco, tomou u ma decisão difícil em meio à dor. Em plena pandemia de coronavírus, familiares do menino decidiram marcar para esta segunda-feira, 13 de julho, uma manifestação pedindo justiça no caso. 

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Para a família, a culpada pela morte da criança seria a patroa da mãe de Miguel, Sari Corte Real. Ela estava com o menino, quando tudo aconteceu. Por enquanto, a polícia indicia a primeira-dama da cidade de Tamandaré por abandono de incapaz. Inicialmente, a ideia da polícia era indiciar Sari Corte Real por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. 

A passeata pela justiça no caso Miguel foi marcada para as dez da manhã desta segunda-feira. De acordo com um comunicado dos organizadores, o Ministério Público precisa ter atenção no caso. Por conta disso, a mobilização está sendo realizada, mas sem não tomar alguns cuidados, como o uso de máscara de proteção e álcool em gel. 

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Veja abaixo um comunicado em que a família fala o ato pedindo justiça pela morte de Miguel:

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Sari Corte Real deu entrevista ao Fantástico e disse que fez o que pôde para tentar salvar Miguel

A mãe de Miguel, Mirtes, deu uma entrevista ao Fantástico na qual disse que espera que Sari pegue a pena máxima no caso. Já a ex-patroa da mãe de Miguel conta que, assim que viu o menino caído no chão, fez tudo o que era possível para tentar salvar a vida dele, o que não foi possível. 

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Escrito por FERNANDO B

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