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Muita dor e sem trabalhar: como vive médica agredida após tentar impedir festa na pandemia

Médica agredida após tentar impedir festa na pandemia segue sem poder trabalhar no Rio de Janeiro.

G1 / Montagem

A médica Ticyana D’azambujja ficou conhecida em todo o país, após um triste fato. Ela foi espancada após tirar satisfações com frequentadores de uma festa, que ocorria, justamente, durante a pandemia do coronavírus. A celebração ocorria no bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro.

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Pouco mais de um mês após ser espancada, a médica Ticyana D’azambujja ainda vive com sequelas do incidente. É o que mostra uma matéria publicada pelo portal de notícias G1 nesta segunda-feira, 6 de julho.

Médica agredida no Grajaú ainda vive com sequelas e não voltou a trabalhar

Mesmo após mais de um mês das agressões, a médica ainda vive com as sequelas dos ferimentos. A profissional da saúde teve ossos do joelho quebrados e necessitou passar por uma cirurgia. Até hoje, a médica usa um andador para conseguir ter a capacidade de caminhar. 

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“Eu ainda estou me reestruturando. Acho que agora é que eu comecei a digerir sobre todas as mudanças que aconteceram na minha vida”, contou a médica ao falar sobre o assunto em entrevista ao RJTV, da TV Globo no Rio de Janeiro. Além dos problemas físicos, a  médica Ticyana D’azambujja também teve questões psicológicas a serem resolvidas. 

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A médica contou que por sorte não entrou em depressão, mas que está fazendo tratamento psicológico. Ela explicou que uma das coisas mais difíceis é ficar afastada do hospital. 

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Lembrando que o caso repercutiu após imagens mostrarem o flagrante da agressão. A médica se irrita com a festa feita na pandemia e quebra o carro de um dos frequentadores. A partir daí, inicia-se uma sessão de pancadaria. 

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Escrito por FERNANDO B

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