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Padre Zezinho detona sacerdote que chamou Bolsonaro de bandido: ‘O púlpito é da Igreja, não do padre’

Posicionamento do religioso rendeu uma ampla repercussão e debate nas redes sociais.

Divulgação - Isto É

O padre Edson Adélio Tagliaferro, da cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, se envolveu em uma forte polêmica na última semana. Em um vídeo que acabou viralizando, o sacerdote aparece tecendo críticas pesadas ao presidente Jair Bolsonaro, onde chamou o chefe do Executivo de “bandido” e que seus eleitores deveriam se confessar.

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A postura do padre foi amplamente repercutida na web, com direito a inúmeros ataques dos internautas. As fortes declarações de Edson Adélio provocaram polêmica até mesmo dentro do clero católico.

Considerado um dos precursores dos padres comunicadores, o Padre Zezinho, de 79 anos, se pronunciou sobre o assunto, e apesar de não citar nomes, criticou severamente a postura do sacerdote durante a homilia da missa realizada na última quinta-feira (03).

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“Padre deve trabalhar para a unidade, mesmo que seu coração seja de direita ou de esquerda ou de centro. A prudência no altar e no púlpito exige dele que anuncie ou denuncie, sem causar rupturas e ódio entre fiéis. 
O púlpito é da Igreja, não do padre”, disse Zezinho.

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Repercussão nas redes sociais

Na web, o padre Edson Adélio Tagliaferro recebeu várias críticas dos internautas pelo posicionamento na missa, enquanto alguns críticos do governo Bolsonaro defenderam a ação do sacerdote.

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“Eu como católica sinto vergonha de ver um representante da igreja agindo contra os mandamentos da lei de Deus, não unifiquem a religião a fala desprezível do Sr. Edson Adélio Tagliaferro!”, disse uma usuária do Twitter.

“Hoje o melhor do Twitter, foi as palavras do Padre Edson Adélio, veio dar luz ao Twitter, abrilhantou c suas palavras, a maior VERDADE, BOLSONARO NÃO VALE NADA…UM BANDIDO GOVERNANDO O BRASIL”, afirmou outra internauta.

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