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Coronavírus sofreu mutação e contamina mais do que vírus que surgiu na China, alerta estudo

Pandemia já infectou mais de 10 milhões de pessoas em escala global; EUA e Brasil lideram número de casos.

Montagem - I7 Network

Um estudo publicado na última quinta-feira (02) na revista científica Cell apontou que a cepa do SARS-CoV-2 que assolou países europeus com a Covid-19 tem a capacidade de contaminar as células com maior facilidade em relação ao coronavírus surgido na China. A “mutação” do vírus permite com que a população seja mais facilmente atingida, a hipótese, no entanto, ainda precisa ser confirmada. 

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Segundo o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, ainda não há uma constatação se esse “novo vírus” pode causar casos mais graves da Covid-19. “Aparentemente, o vírus se replica melhor e é mais transmissível, mas ainda estamos tentando obter essa confirmação. Temos excelentes geneticistas que trabalham nessa hipótese”, disse Fauci. em entrevista à revista Jama. 

Mudanças do coronavírus

Desde que se propagou da China e atingiu o continente europeu, o coronavírus vem sofrendo transformações, e essa cepa se tornou dominante, segundo este estudo. A versão do vírus mutado no Velho Continente é a que chegou nos Estados Unidos e América do Sul.

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Anteriormente, esta informação de que o vírus em mutação seria mais transmissível foi cogitada por pesquisadores, mas diante de conclusões não tão firmes, a hipótese foi rechaçada e criticada pela comunidade científica. Em um estudo mais profundo, a pedido dos editores da revista Cell constatou-se de fato a veracidade do fato.

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Números da Covid-19

A pandemia do novo coronavírus segue assolando a população mundial. No momento, Estados Unidos e Brasil aparecem como as duas nações mais afetadas em escala global. Em um balanço geral, a pandemia já registra mais de 10 milhões de infectados pelo mundo, vitimando mais de 521 mil pessoas.

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