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Caso Miguel: marido de Sari Corte sofre dura punição após a morte da criança

O prefeito de Tamandaré (PE) teve supostas ilegalidades descobertas após a morte de Miguel Otávio.

G1 / UOL / Montagem Ingrid Machado

Uma tragédia abalou a população de Recife no último mês de junho. Um menino de apenas 5 anos caiu do nono andar do prédio onde a mãe trabalhava como doméstica. Miguel Otávio era filho de Mirtes Renata, que trabalhava para a família de Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré, e sua esposa, Sari Corte. No dia do ocorrido, Mirtes passeava com o cão de estimação da família, quando Miguel teria chorado clamando a mãe.

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Imagens de câmeras de segurança do prédio de luxo registraram o momento em que Miguel entra correndo no elevador. O menino sai do equipamento e volta por algumas vezes. Em dado momento, Sari parece apertar o botão do andar térreo do edifício, e permite que o menino permaneça sozinho no elevador.

Momentos depois, Miguel Otávio caiu de uma altura de mais de 30 metros, vindo à óbito quase instantaneamente. Sari Corte estava com a guarda momentânea da criança, e foi presa em flagrante. Porém, foi liberada após pagar fiança no valor de R$ 20 mil.

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Após a tragédia, supostas ilegalidades cometidas por Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré, vieram à tona. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou o bloqueio parcial dos bens de Sérgio Hacker (PSB), e da secretária de educação do município, Maria da Conceição Cavalcanti.

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A decisão ocorreu após ação do Ministério Público denunciando improbidade administrativa por parte do prefeito, já que funcionárias particulares de Sérgio Hacker eram remuneradas com verba pública. Duas dessas funcionárias são Mirtes Renata e Marta Santana, mãe e avó de Miguel Otávio. O marido de Sari Corte nega as acusações e afirma que contribuirá com a justiça.

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