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Caso Rafael: Alexandra Dougokenski é indiciada por homicídio triplamente qualificado e dois ‘novos’ crimes

A mãe foi indiciada por homicídio doloso, quando há intenção de matar, e foram colocadas três qualificadoras.

UOL / Montagem

Alexandra Dougokenski, mãe do menino Rafael, morto com apenas onze anos de idade, foi indiciada por homicídio triplamente qualificado. Além de matar o garoto, a mãe de Rafael responderá ainda por dois outros crimes, falsidade ideológica e ocultação de cadáver. Após dar remédio para o filho, Alexandra Dougokenski amarrou uma corda de varal no pescoço da criança e o arrastou até a casa vizinha. 

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O menino não teria morrido do remédio, segundo laudos da perícia, mas sim estrangulado com a corda do varal. O inquérito contra Alexandra Dougokenski foi concluído nesta quinta-feira, 2 de junho, como mostra uma matéria publicada pelo portal de notícias UOL. Houve uma coletiva de imprensa para passar os detalhes finais da investigação. 

Além do homicídio doloso, quando há a intenção de matar, a mãe de Rafael teve três qualificadores, que devem tornar a possível pena dela ainda mais dura. Para a polícia, a morte foi causada por motivo fútil, sem direito à defesa da vítima e com o emprego da asfixia. 

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Alexandra Dougokenski pode ficar presa por até 30 anos, pena máxima da legislação brasileira

De acordo com o UOL, a mãe de Rafael, caso condenada, pode pegar até trinta anos de prisão. Quando o crime é contra uma vítima menor de quatorze anos, essa pena pode ser acrescida de um terço.

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Além do homicídio triplamente qualificado contra o filho, Alexandra Dougokenski tem ainda as penas somadas de outros dois crimes, caso condenada. Com isso, ela pode pegar a pena máxima na legislação brasileira, que é de até trinta anos de reclusão em regime fechado.

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Escrito por FERNANDO B

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