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Palestinos temem Covid-19 e executam estratégias para proteger prisioneiros do coronavírus

Desde que as medidas foram adotadas para conter o avanço do coronavírus, o resultado tem sido positivo.

Mohammed Abed/AFP

Palestinos estão preocupados com a pandemia do coronavíruis. Não querendo que a doença atinja os prisioneiros, causando um colapso na saúde ainda maior, eles já elaboraram estratégias para conter o avanço.

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Assim que Amir Naji, um prisioneiro israelense, conseguiu a liberadade, ele não se importou com as instruções passadas. O jovem teve contato físico com familiares, abraçando sua mãe, no entanto, o pai do jovem,  com medo, não quis manter contato com o herdeiro, tendo ciência da gravidade da doença. 

Coronavírus muda rotina dos prisioneiros

Em seguida, o rapaz foi levado para um hotel em Ramallah, na Cisjordânia, ficando com outros presos para realização da quarentena. O governo, visando proteger os prisioneiros, vem tomando medidas e precauções.

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Além da esterilização de ambientes comuns e medição da temperatura, eles também proibiram visitações. O resultado dessas medidas vem sendo positivo, pois desde que as normas foram adotadas, nenhum novo caso dentro dos presídios foram registrados.

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Cruz Vermelha age contra coronavírus para salvar prisioneiros mais velhos

Preocupada com a saúde dos detentos idosos, o CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha) pediu ao governo que liberem os presos com 65 anos ou mais, considerando o fato dessa faixa etárias estar no grupo de risco.

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A ideia é evitar o máximo de contaminação possível, tornando mais saudável a vida dos prisioneiros, assim como da população. Quanto a Amir, o prisioneiro israelita, ele não foi soltou por conta da pandemia, mas sim porque cumpriu sua pena de um ano, após ter atirado pedras em soldados.

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Escrito por Rômulo NC

Ator, youtuber e redator, Rômulo N.C é formado pela casa de artes cênicas Recriarte e sempre atuou como escritor de diversos sites.