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Israel aperta regras sobre quarentena contra coronavírus e vê desemprego explodir

Governo israelense acionou medidas de quarentena após números de casos subirem, mas efeitos já são sentidos.

Foto: Valor Econômico

No Brasil é feito um debate para que se encontre um ponto de equilíbrio entre as medidas de saúde e as de restrições, já que parar uma nação afeta em cheio a sua economia, liquidando crescimento e até empregos.

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O problema é que a taxa de desemprego, após tomadas as medidas de quarentena, explodiu. O percentual de israelenses que perderam seus postos de trabalho durante a quarentena, já marca impressionantes 18%, praticamente um quinto do país ficou sem renda, os dados foram divulgados pelo Financial Times.

Em uma semana, foram 60 mil pessoas dando entrada no seguro-desemprego, este número foi somado aos 600 mil pedidos já existentes a contar de fevereiro. Para se ter uma ideia, antes da quarentena, somente 4% da população estava sem emprego.

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Primeira morte do novo coronavírus era vítima do holocausto

Aryeh Even, sobrevivente do holocausto, foi a primeira morte registrada em Israel devido à covid-19. O que aumentou a comoção no país, já que Aryeh Even teve sua história contada em diversos veículos de comunicação, ao longo de sua vida. Foi justamente a morte do herói, o estopim para o acirramento das medidas de quarentena.

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Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, deve anunciar um pacote de medidas providenciais de socorro à economia israelense. As decisões de socorro econômico, para auxiliar empresas e trabalhadores, é esperado ainda para esta semana.

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Brasil se distancia de aliados como Israel de EUA

O novo coronavírus acabou causando afastamento nas relações governamentais entre o Brasil com Israel e EUA. Em breve, esperam-se medidas restritivas à livre circulação de mercadorias entre os aliados.

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